Você sabia que seu auxílio-doença por acidente de trabalho pode virar uma indenização mensal?
Muita gente que sofreu acidente de trabalho e recebeu o auxílio-doença (B91) e que, até hoje, continua com alguma sequela não sabe que, em regra, isso pode dar direito ao auxílio-acidente (B94), um valor pago pelo INSS todos os meses.
Conversa inicial sem custo. Cada caso depende de análise individual.

Entenda em 1 minuto
De B91 para B94: o benefício que muita gente não sabe que existe.
B91 é o auxílio-doença
É o benefício temporário que o INSS paga enquanto a pessoa está sem poder trabalhar por causa do acidente.
B94 é o auxílio-acidente
Depois da alta, se sobrou sequela que reduz a capacidade de trabalhar, em regra pode nascer o direito ao B94.
Ele soma com o salário
O auxílio-acidente, quando concedido, é pago mensalmente e pode ser recebido junto com o trabalho.
Pode alcançar o passado
Em muitos casos, também é possível pleitear valores retroativos. Depende sempre de análise individual.
Em menos de 2 minutos, uma primeira leitura do seu caso.
Responda 6 perguntas simples, do jeito que você conta sua história para um amigo. Ao final, mostramos os próximos passos. Não pedimos CPF, e-mail nem documentos.
Na época do acidente, você trabalhava com carteira assinada (CLT)?
Perguntas que todo mundo faz
Dúvidas que nascem depois do acidente.
Se alguma delas é a sua, a resposta começa com uma avaliação do seu caso, sem custo e sem compromisso.
Recebi alta do INSS e a dor continuou. Isso é normal?
É mais comum do que parece. Quando a dor ou a limitação continua depois da alta do auxílio-doença, pode existir um direito que muita gente desconhece.
Voltei a trabalhar, mas não no mesmo ritmo de antes. E daí?
Trabalhar com limitação não significa que está tudo bem. Em regra, essa dificuldade é justamente um sinal avaliado no auxílio-acidente.
Faz tempo que meu auxílio-doença acabou. Já perdi o direito?
Não necessariamente. Em muitos casos, dá para buscar o benefício e os valores do período passado. Depende de cada história.
O INSS negou meu pedido. Fim da história?
Não. Uma negativa não diz se você tem ou não direito. Vale entender o motivo antes de desistir.
Nunca falei com advogado. Por onde começo?
Por uma conversa simples, sem custo e sem compromisso. Você entende sua situação primeiro e só depois decide o que fazer.
Quanto custa descobrir se tenho direito?
Nada. A avaliação do seu caso é feita sem custo, e você só decide se quer seguir depois de entender o que está em jogo.
Não viu sua dúvida na lista? Ela cabe na mesma conversa.
Histórias reais
Quando alguém entende sua história, tudo fica mais leve.
"Trabalhei 20 anos na construção. Depois de uma queda, o INSS me deu alta, mas o ombro nunca mais foi o mesmo. Só descobri que tinha direito a mais alguma coisa quando conversei com o escritório."
"Fiquei muito tempo com dor no punho depois do acidente. Achava que era só continuar tomando remédio. Fui muito bem acolhida — explicaram tudo com calma, sem enrolação."
"Nunca imaginei que o problema no joelho, que veio do acidente de moto no trabalho, pudesse ter esse desdobramento. Valeu a pena procurar informação."
Depoimentos ilustrativos, com nomes alterados para preservar a privacidade. Cada caso depende de análise individual.
Sem juridiquês
Explicamos tudo do jeito que você fala em casa.
Análise sem custo
A primeira conversa para entender seu caso é gratuita.
Foco no seu direito
Somos um escritório dedicado a direito previdenciário.
Descobrir se você tem direito começa com uma conversa.
Conte sua história pelo WhatsApp. Ouvimos com atenção, respondemos com calma e, se for o caso, orientamos os próximos passos.

